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  <title>Blog Centaurea</title>
  <subtitle>Comércio exterior e logística internacional</subtitle>
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  <updated>2026-06-08T00:00:00Z</updated>
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  <author>
    <name>Centaurea</name>
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    <title>Centaurea ganha licitação para envio do satélite brasileiro CBERS-04A até a china.</title>
    <link href="https://www.centaurea.com.br/blog/centaurea-ganha-licitacao-para-envio-do-satelite-brasileiro-cbers-04a-ate-a-china/" />
    <updated>2019-01-08T00:00:00Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt;A Centaurea, através da empresa VISION LOG, pertencente ao grupo econômico, foi vencedora da licitação para o transporte do satélite brasileiro CBERS-04A desde a origem em São José dos Campos até o destino em Beijing, China. Se trata de uma carga extra dimensionada, muito sensível, que terá voo charter exclusivo para este transporte. Participaram da licitação grandes empresas do mercado de logística.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com esta vitória a Centaurea mostra que seu modelo de franquia é um sucesso onde o custo fixo da empresa se mantém baixo e os ganhos econômicos são compartilhados com todos os franqueados envolvidos em cada processo.&lt;/p&gt;
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    <title>Empresas do grupo Centaurea participam da Expo Container City</title>
    <link href="https://www.centaurea.com.br/blog/expo-container-city/" />
    <updated>2019-04-17T00:00:00Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt;Ocorreu em São Paulo, de 10 a 14 de Abril, no &lt;strong&gt;Expo Center Norte&lt;/strong&gt;, a primeira feira dedicada ao mercado de containers do país, a &lt;strong&gt;Expo Container City&lt;/strong&gt;. Além de apresentar uma minicidade construída com containers, o evento contou com um ciclo de palestras comandado pelos maiores especialistas do setor do país. Temas como, segurança, sustentabilidade, orçamento, tecnologia, instalações, normas técnicas e jurídicas, design e decoração, entre outros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;Expo Container City&lt;/strong&gt; veio para apresentar projetos inovadores e proporcionar ao público a experiência de morar, trabalhar e se divertir em estruturas construídas com containers. Casas, lofts, lanchonetes, piscinas, escritórios, banheiros e ambulatórios são algumas das estruturas montadas para o evento, que contará com containers marítimos e modulares. Entre os grandes expositores estavam: &lt;strong&gt;Venda de Container&lt;/strong&gt;, empresa do Grupo, no segmento de venda e locação de containers brutos e nacionalizados ; &lt;strong&gt;4 Container&lt;/strong&gt;, empresa de importação especializada na locação e venda de containers brutos e também nacionalizados**;**&lt;/p&gt;
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    <title>A CENTAUREA é FIATA desde  10/04/2019</title>
    <link href="https://www.centaurea.com.br/blog/centaurea-e-fiata-desde-abril/" />
    <updated>2019-04-25T00:00:00Z</updated>
    <id>https://www.centaurea.com.br/blog/centaurea-e-fiata-desde-abril/</id>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quem é FIATA?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;FIATA, em francês &amp;quot;Fédération Internationale
des Associations de Transitaires et Assimilés&amp;quot;, em inglês
&amp;quot;International Federation of Freight Forwarders Associations&amp;quot;, foi
fundada em Viena / Áustria em 31 de maio de 1926.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FIATA, uma organização não governamental,
representa hoje uma indústria que abrange aproximadamente 40.000 empresas de
logística e agenciamento de carga, também conhecidas como &amp;quot;Arquitetos de
Transporte&amp;quot;, empregando cerca de 8 a 10 milhões de pessoas em 150 países.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O FIATA tem status consultivo junto ao Conselho
Econômico e Social (ECOSOC) das Nações Unidas (entre outras, ECE, ESCAP,
ESCWA), Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD)
e Comissão das Nações Unidas sobre Direito Comercial Internacional (UNCITRAL).
.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É reconhecida como representante do setor de agenciamento de carga por muitas outras organizações governamentais, autoridades governamentais, organizações internacionais privadas no campo de transporte, como a Câmara Internacional de Comércio (ICC), a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), a União Internacional de Transporte Ferrovias (UIC), a União Internacional dos Transportes Rodoviários (IRU), a Organização Mundial das Alfândegas (WCO), a Organização Mundial do Comércio (OMC), dentre outros.&lt;/p&gt;
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    <title>Companies from Centaurea group participate of the Expo Container City</title>
    <link href="https://www.centaurea.com.br/blog/companies-from-centaurea-group-participate-of-the-expo-container-city/" />
    <updated>2019-06-17T00:00:00Z</updated>
    <id>https://www.centaurea.com.br/blog/companies-from-centaurea-group-participate-of-the-expo-container-city/</id>
    <content type="html">&lt;p&gt;From april 10th until the 14th, at Expo Center Norte, in São Paulo, it took place the first container dedicated fair in the country, the Expo Container City. In addition to presenting the mini-city built of containers, the event counted on a set of lectures provided by the best specialists of this area in Brazil. Themes as security, sustainability, budget, technology, facilities, technology and legal standards, design and decoration, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;The Expo Container City provided the introduction of innovative projects and present to the audience the experience of living, working and having fun in structures made of containers. Houses, lofts, diners, pools, offices, bathrooms and ambulatories are some of the structures built for the event, which counted on maritime module-based containers. Among the exhibitors there were: Venda de Container, which operates on the sale and rental of containers; 4 Container, which is specialized on importing containers.&lt;/p&gt;
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    <title>Centaurea wins the transport auction for the brazilian satellite CBERS-04A to China</title>
    <link href="https://www.centaurea.com.br/blog/centaurea-wins-the-transport-auction-for-the-brazilian-satellite-cbers-04a-to-china/" />
    <updated>2019-06-17T00:00:00Z</updated>
    <id>https://www.centaurea.com.br/blog/centaurea-wins-the-transport-auction-for-the-brazilian-satellite-cbers-04a-to-china/</id>
    <content type="html">&lt;p&gt;Centaurea, through VISION LOG, that belongs to the same economic
group, earned the bid to transport the brazilian satellite CBERS-04A from its
origin, São José dos Campos to its final destination, Beijing, China. It is a
extra dimensioned cargo, extremely sensitive, that is going to be transported
in an exclusive charter flight. Big logistic companies took part in the
bidding.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;With this victory, Centaurea shows that its franchise model is a success, once the company&#39;s fixed-cost keeps low and the economic gains are shared with all the franchised involved in the process.&lt;/p&gt;
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    <title>Centaurea Visits North Sea Port</title>
    <link href="https://www.centaurea.com.br/blog/centaurea-visits-north-sea-port/" />
    <updated>2019-06-17T00:00:00Z</updated>
    <id>https://www.centaurea.com.br/blog/centaurea-visits-north-sea-port/</id>
    <content type="html">&lt;p&gt;Centaurea had a technical tour at North Sea Port, in the city of Ghent, and was received by the harbour authorities and invited to a tour in Ghent canal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;The North Sea Port is a fusion, unprecedented, between Zeeland Seaports and Ghent Port. The merger took place at december 8th, 2017, and the North Sea Port became the 10th most important port in Europe.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Centaurea’s visit aims to expand logístical conditions through this port, connecting the entire Europe, Middle East and Far East to the Americas, with conventional loads using up all their own containers fleet as well as project cargo.&lt;/p&gt;
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    <title>Centaurea is FIATA since 10/04/2019</title>
    <link href="https://www.centaurea.com.br/blog/centaurea-is-fiata-since-10-04-2019/" />
    <updated>2019-06-17T00:00:00Z</updated>
    <id>https://www.centaurea.com.br/blog/centaurea-is-fiata-since-10-04-2019/</id>
    <content type="html">&lt;p&gt;W&lt;strong&gt;ho is FIATA?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;FIATA, in french “Fédération Internationale des Associations de Transitaires et Assimilés”, was founded in Viena / Austria, in May 31st 1926.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;FIATA, a non-governmental organization, represents today a industry that embrace approximately 40.000 logistics and freight forwarder companies, also known as “Transport Architects”, employs about 8 to 10 million people in 150 countries.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;FIATA has a consultative status along with ECOSOC (Economic and Social Council) from United Nations (among others, ECE, ESCAP, ESCWA), UNCTAD and UNCITRAL.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;It is noted as representative of the freight forwarder sector by many other international governmental organizations and authorities, private organizations in transports branch, like ICC, IATA, UIC, IRU, WCO, OMC, among others&lt;/p&gt;
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    <title>CENTAUREA visita NORTH SEA PORT</title>
    <link href="https://www.centaurea.com.br/blog/centaurea-visita-north-sea-port-2/" />
    <updated>2019-07-12T00:00:00Z</updated>
    <id>https://www.centaurea.com.br/blog/centaurea-visita-north-sea-port-2/</id>
    <content type="html">&lt;p&gt;Centaurea faz visita técnica no porto North Sea Port, na cidade de Ghent, e é recebida pelas autoridades portuária e convidada para um Tour no canal de Geint.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O porto North Sea Port é uma fusão, sem precedentes, entre os portos Zeeland Seaports e o porto de Ghent. A fusão ocorreu no dia 08 de dezembro de 2017, tornando o North Sea Port o 10o porto mais importante da Europa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A visita da Centaurea visa ampliar condições logísticas através deste porto conectando toda a Europa, meio oriente e fareast para as Américas, com cargas convencionais utilozando-se de sua frota própria de containers bem como carga de projeto.&lt;/p&gt;
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    <title>Contrução modular em container: sustentabilidade e economia para empresas</title>
    <link href="https://www.centaurea.com.br/blog/contrucao-modular-em-container-sustentabilidade-e-economia-para-empresas/" />
    <updated>2020-08-14T00:00:00Z</updated>
    <id>https://www.centaurea.com.br/blog/contrucao-modular-em-container-sustentabilidade-e-economia-para-empresas/</id>
    <content type="html">&lt;p&gt;A TEU COMEX empresa do GRUPO CENTAUREA, desenvolveu uma sala de descanso, um almoxarifado e uma oficina mecânica em módulos habitáveis e estilizados em #container para a Drogaria São Paulo disponibilizar em um dos seus Centros de Distribuição.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O local foi desenvolvido para atender a empresas de logística, e-commerce, varejo, indústrias leves, entre outros, que buscam &lt;strong&gt;agilidade nas suas operações logísticas&lt;/strong&gt; em um condomínio com alto padrão de qualidade e infraestrutura completa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A iniciativa da Drogaria São Paulo com a construção deste espaço é oportunizar aos motoristas uma sala de descanso confortável, assim como uma organização adequada no depósito de material de limpeza e sala de manutenções, anexo ao Centro de Distribuição.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta foi uma decisão muito acertada da Drogaria São Paulo, por considerar &lt;strong&gt;diminuir os riscos de acesso de pessoas e eventuais acidentes&lt;/strong&gt; nas unidades externas anexadas ao Centro de Distribuição, e não dentro. Algo que a construção modular de container é capaz de oferecer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://www.centaurea.com.br/wp-content/uploads/2020/08/container-estilizado-projetos-especiais-grupo-centaurea-1024x576.jpg&quot; alt=&quot;Conheça esse projeto de almoxarifado, sala de descanso e oficina mecânica em container desenvolvido para atender o Centro de Distribuição de uma rede de drogarias.&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;uso do container na construção&lt;/strong&gt; apresenta-se como uma solução econômica, sustentável e rápida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A TEUCOMEX é uma empresa especializada na &lt;strong&gt;compra, venda, locação e transformação de containers nacionalizados&lt;/strong&gt; e em apenas 45 dias a empresa construiu o espaço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste projeto específico, o projeto 3D, baseado nos requisitos da Drogaria São Paulo e todo o conceito do projeto, materiais utilizados e infraestrutura necessária ao processo de instalação, foi idealizado, fornecido e executado pelo GRUPO CENTAUREA, bem como pelo processo completo de transporte e instalação que está sendo concluído e finalizado em 21 de agosto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A VISION LOG, despachante e logístico integrante do GRUPO CENTAUREA, foi a empresa responsável pela disponibilização logística dos equipamentos, utilizando unidades SOC (&lt;em&gt;shipper&#39;s own container&lt;/em&gt;) nos seus embarques de importação bem como proporcionando o desembaraço aduaneiro das unidades, tornando-as adequadas para este projeto com o melhor preço possível.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A VISION LOG também assegurou o transporte de containers modulares acabados desde o ponto de origem localizado em São Vicente - São Paulo e o local de destino e instalação em Irajá - Rio de Janeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os &lt;strong&gt;projetos em módulos de container&lt;/strong&gt; apresentam em média uma redução de 60 % de custo e tempo comparado ao projeto de alvenaria tradicional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conheça outros serviços do Grupo Centaurea &lt;a href=&quot;https://www.centaurea.com.br/solucoes/&quot;&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;. Se desejar mais informações sobre possibilidades no uso de containers entre em contato conosco em &lt;a href=&quot;mailto:comercial@centaurea.com.br&quot;&gt;comercial@centaurea.com.br&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
</content>
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    <title>Mudanças previstas no credenciamento RADAR/SISCOMEX 2021</title>
    <link href="https://www.centaurea.com.br/blog/mudancas-previstas-no-credenciamento-radar-siscomex-2021/" />
    <updated>2020-08-17T00:00:00Z</updated>
    <id>https://www.centaurea.com.br/blog/mudancas-previstas-no-credenciamento-radar-siscomex-2021/</id>
    <content type="html">&lt;p&gt;A Receita Federal disponibilizou a consulta pública para mudanças e alterações no &lt;strong&gt;sistema de credenciamento de Radar e Comércio Exterior&lt;/strong&gt;, com alterações importantes da &lt;em&gt;IN&lt;/em&gt; do Radar/ Siscomex.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Alexandre Pesti, &lt;strong&gt;despachante aduaneiro&lt;/strong&gt; da Pesti Inteligência Aduaneira e franqueado da Centaurea, a partir de 01 de Janeiro de 2021, a troca de modalidade as bases de cálculos poderão estar altas, pelo motivo da alta do dólar neste ano corrente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conheça as regras que serão aplicadas:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A Pessoa Física estará dispensada de habilitação se fizer a operação em seu próprio nome (hoje na prática já é assim, mas agora está regulamentado);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O prazo de inatividade, que hoje são 06 meses passará para 12;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Será oficializado a figura do Cadastrador, alguém com poderes delegado pelo responsável legal, para incluir/excluir pessoas do Radar da Empresa;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Os limites das operações (50 mil dólares/semestre, 150 mil dólares/semestre) na importação não haverá mudança;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A possível obrigatoriedade da apresentação da Licença de Funcionamento ou Alvará para sua devida comprovação da operacionalidade para troca de  modalidade Limitada e Ilimitada em processos que façam necessárias dossiê eletrônico, alterando a IN através de O.S.;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A Receita poderá realizar auditorias nas empresas ou seja “Revisão de Ofício ou Compulsória&amp;quot;  onde poderão haver diligências e solicitados documentos pertinentes para maior clareza de seus recursos.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Pesti reitera a informação com os valores aproximados para comprovação de ativo circulante 2020 e 2021:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2020 | Limitado - R$ 193.831,00 | Ilimitado - R$ 546.251,00&lt;br&gt;
2021 | Limitado - R$ 302.500,00 |Ilimitado - R$ 852.500,00&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conheça as soluções do Grupo Centaurea &lt;a href=&quot;https://www.centaurea.com.br/solucoes/&quot;&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;. Para mais informações entre em contato conosco em &lt;a href=&quot;mailto:comercial@centaurealog.com.br&quot;&gt;comercial@centaurealog.com.br&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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    <title>Gestão sustentável e economia compartilhada no comércio exterior</title>
    <link href="https://www.centaurea.com.br/blog/gestao-sustentavel-comex/" />
    <updated>2020-08-19T00:00:00Z</updated>
    <id>https://www.centaurea.com.br/blog/gestao-sustentavel-comex/</id>
    <content type="html">&lt;p&gt;Os loucos vieram neste mundo para confundir os sábios, assim diz as escrituras:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1Corintios27 : &amp;quot;Mas Deus escolheu o que para o mundo é loucura para envergonhar os sábios e escolheu o que para o mundo é fraqueza para envergonhar o que é forte&amp;quot; (NVI)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De fato, quantas vezes fomos chamados assim: &amp;quot;Loucos&amp;quot;! Tínhamos tudo planejado, pronto para ser “o ano da virada” e entretanto, este tornou-se um ano totalmente atípico, que virou a vida de muita gente de pernas para o ar.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;É difícil acreditar que muitos projetos não &amp;quot;aconteceram&amp;quot; neste ano como planejado, mas ao mesmo tempo, é interessante analisarmos como 2020 também veio para nos mostrar que a nossa “loucura” não era tão irreal assim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; A &lt;strong&gt;CENTAUREA&lt;/strong&gt; é uma marca que vem se posicionando desde 2012, quando do nascimento da &lt;strong&gt;VISION LOG&lt;/strong&gt;, uma das empresas do grupo, &lt;strong&gt;integrante do grupo MARCOPOLO LINE&lt;/strong&gt; (MPL), muito antes de sua fundação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;sócia e fundadora Alessandra Lopasso&lt;/strong&gt; é uma das &lt;strong&gt;primeiras mulheres na America Latina&lt;/strong&gt; a compor o time de agentes do network MPL, fundado há 16 anos atrás, e uma das agregadoras mais presentes no grupo, tendo a marca de participar de 99% dos eventos do grupo até o momento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De fácil comunicação e fluente em várias línguas, sempre vem à memória de seus parceiros e amigos como &lt;strong&gt;referência estratégica no Brasil e na América Latina&lt;/strong&gt; que sempre proporcionam oportunidades de desenvolver um conjunto de negócios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há 5 anos à frente do grupo Centáurea, a CEO agrega à empresa e parceiros, sua expertise de 30 anos no Comércio Exterior, constituída para se tornar competitiva, ágil, com estrutura flexível e enxuta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa, além de trazer sua &lt;strong&gt;presença e qualidade de atendimento ao comércio exterior&lt;/strong&gt;, se preparou para enfrentar os desafios de uma economia volátil ao qual nosso país, o Brasil sempre enfrentou antes mesmo de se tornar bandeira ostensiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aliás, de lá pra cá tudo mudou: a estrutura física abriu espaço para agregar clientes e fornecedores ao invés de funcionários, que por sua vez, deixaram de existir e se tornaram donos, donos de um &lt;strong&gt;negócio sustentável&lt;/strong&gt; e de uma marca forte e inovadora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os servidores subiram às nuvens e a comunicação também, permitindo o atendimento a qualquer cliente, parceiro ou fornecedor em qualquer lugar do mundo, sem estarmos presos em quatro paredes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Investimentos com &lt;strong&gt;inteligência de comunicação&lt;/strong&gt;, estruturas de alta qualidade e sistemas foram canalizados e um esforço de todos tornou o custo fixo da empresa de 68% da sua margem bruta para 35% em menos de 5 anos, sem que caísse a qualidade ou fluxo de negócios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tudo isso antes de 2020. Ao entrarmos neste ano corrente, a empresa estava preparada para ser apresentada ao mercado, mas quem iria entender que tudo isso era bom?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Infelizmente a pandemia trouxe mortes, fechamento de empresas, retração econômica para o mundo todo, mas também revelou ao mercado um entendimento a respeito do que realmente tem valor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algo que a Centáurea já vinha provando em sua própria historia. É possível multiplicar ao dividir. A matemática fecha à medida em que a economia se torna compartilhada, dentro de um &lt;strong&gt;ecossistema de autogestão&lt;/strong&gt; e não centralizado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O nosso trabalho é remoto há mais de 5 anos e os desafios de comunicação foram vencidos através dos investimentos realizados nos meios e mais do que isso, a padronização do atendimento levado ao nível de excelência e exercido com responsabilidade não por gerentes ou por coordenadores, mas pelos próprios gestores desta marca que veio ao mercado para transpor barreiras e quebrar paradigmas do comércio exterior, atividade quase que mística onde se cria dificuldades para vender-se facilidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um ambiente onde a comunicação é clara e os números são transparentes dentro de seus membros, não deixa espaço para meias verdades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este é o ambiente que queremos ver em todos os lugares, este é o concorrente que queremos encontrar. Este é o cliente que queremos atender, este é o fornecedor que queremos ter como parceiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2020 trouxe um novo normal e é desejado que este novo normal transforme os ambientes de trabalho e as cabeças dos trabalhadores. Que o empreendedorismo seja uma ferramenta honesta para se chegar lá, e mais além.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este ano registrará na historia acontecimentos marcantes em todos os aspectos: econômicos, políticos, sociais e sobretudo, um impacto muito forte na vida das pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Alessandra Lopasso, a CEO do Grupo Centaurea, é desejável que todos os indivíduos que formam o mercado, compreendam que &lt;strong&gt;negócios são baseados em pessoas&lt;/strong&gt;. Essa mentalidade é compartilhada com todos os gestores e parceiros comerciais do grupo Centaurea.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E em 2020 diante de tantas incertezas, temos uma certeza: os loucos do passado tiveram uma visão de futuro, coragem para quebrar paradigmas e hoje usufrui os benefícios de uma estrutura flexível, sustentável que preparou a empresa e todos seus gestores para os desafios enfrentados por todo o mundo nos dias atuais.&lt;/p&gt;
</content>
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    <title>Novo Decreto do IPI preserva competitividade de produtos da Zona Franca</title>
    <link href="https://www.centaurea.com.br/blog/novo-decreto-do-ipi-preserva-competitividade-de-produtos-da-zona-franca/" />
    <updated>2022-08-25T00:00:00Z</updated>
    <id>https://www.centaurea.com.br/blog/novo-decreto-do-ipi-preserva-competitividade-de-produtos-da-zona-franca/</id>
    <content type="html">&lt;p&gt;A publicação do &lt;a href=&quot;https://sinlink.sindaspcg.org.br/cl/POCeJ/rz/6f6c/IkjtrTz_afk/BMB8/D1tTaHP7aSM/1/&quot;&gt;Decreto nº 11.182/2022&lt;/a&gt;, nesta quarta-feira (24/8), garante a redução de 35% no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) da maioria dos itens fabricados no Brasil e, ao mesmo tempo, preserva a competitividade dos produtos da Zona Franca de Manaus (ZFM). A medida, que entra em vigor na data de sua publicação, cumpre decisão judicial e acaba com a insegurança jurídica do setor produtivo nacional. O texto garante avanço das medidas de desoneração tributária, com reflexos positivos no Produto Interno Bruto (PIB) do país e na competitividade da indústria.
A proteção à competitividade da Zona Franca de Manaus está assegurada porque o novo decreto mantém as alíquotas do IPI para 109 produtos fabricados na ZFM, que se somam aos 61 produtos listados no &lt;a href=&quot;https://sinlink.sindaspcg.org.br/cl/POCeJ/rz/6f6c/IkjtrTz_afk/BMB8/NoOqQwqYen9/1/&quot;&gt;Decreto nº 11.158&lt;/a&gt;, de 29 de julho de 2022. Dessa forma, alcança-se um total de 170 produtos da ZFM com alíquotas restabelecidas, para fins de cumprimento das decisões judiciais proferidas nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) nos 7.153, 7.155 e 7.159.
Essa nova lista foi objeto de intensas tratativas pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), com os principais atores regionais, a fim de colocar fim na insegurança jurídica provocada pelas decisões judiciais. Ficam afastados impactos que a redução tarifária poderia provocar sobre o modelo de desenvolvimento regional definido pela Constituição Federal para a ZFM. Esse modelo assegura o tratamento diferenciado da região como compensação pelos maiores custos decorrentes dos desafios enfrentados pela indústria local.
Dessa forma, será mantido sem redução de IPI em todo o País os principais produtos fabricados na ZFM de acordo com os chamados Processos Produtivos Básicos (PPB). Conforme a Lei nº &lt;a href=&quot;https://sinlink.sindaspcg.org.br/cl/POCeJ/rz/6f6c/IkjtrTz_afk/BMB8/K0RsUJxKq5-/1/&quot;&gt;8.387/1991&lt;/a&gt;, o PPB engloba “o conjunto mínimo de operações, no estabelecimento fabril, que caracteriza a efetiva industrialização de determinado produto”.
Ainda segundo esta Lei, são considerados produtos industrializados aqueles que resultam de operações de “transformação, beneficiamento, montagem e recondicionamento”, não sendo exigida sua integral fabricação no país, mas que tenham sofrido alguma alteração para serem comercializados em território brasileiro.
Na lista de produtos que não vão ter redução do IPI estão itens que são tipicamente produzidos na Zona Franca de Manaus, como xarope de refrigerantes, isqueiro, carregador de bateria, lâmina de barbear, caixa registradora, relógio de pulso, caneta esferográfica e máquina de lavar louça.
O IPI é um imposto federal regulatório que pode ser usado para fomentar um setor econômico por meio de isenção ou redução das alíquotas de forma a impulsionar as vendas de determinados produtos. A decisão tem efeito fiscal neutro.
Fonte: Ministério da Economia&lt;/p&gt;
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    <title>Secex publica portaria para simplificar regras dos regimes de drawback</title>
    <link href="https://www.centaurea.com.br/blog/secex-publica-portaria-para-simplificar-regras-dos-regimes-de-drawback/" />
    <updated>2022-08-26T00:00:00Z</updated>
    <id>https://www.centaurea.com.br/blog/secex-publica-portaria-para-simplificar-regras-dos-regimes-de-drawback/</id>
    <content type="html">&lt;p&gt;A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia publicou, nesta quinta-feira (25/8), no Diário Oficial da União, a Portaria nº 208/2022, para simplificar regras de utilização dos regimes de drawback suspensão e isenção. Nesses regimes, as empresas brasileiras têm desoneração tributária para adquirir insumos importados ou nacionais destinados à fabricação de bens que serão exportados - ou com equiparação legal à exportação. No ano passado, os regimes de drawback possibilitaram a exportação de mais de US$ 61 bilhões.
Com a nova norma, não será mais necessário apresentar cópia de contratos da industrialização de embarcações para obter o regime de drawback estabelecido pela Lei nº 8.402/1992. A medida permitirá aos estaleiros brasileiros iniciar a construção de embarcações - tanto para o segmento naval quanto para o náutico - mesmo sem um comprador definido.
Os produtos poderão ser oferecidos no mercado praticamente à pronta entrega, o que tende a contribuir para o dinamismo da indústria local e dos serviços vinculados ao turismo em território nacional. A iniciativa não prejudicará os controles exercidos pela Secex, pois a empresa beneficiária do regime deverá realizar a venda da embarcação dentro de prazo previamente estabelecido e comprovar a operação perante o órgão responsável.
A portaria também reduz as exigências relacionadas à comprovação das exportações indiretas realizadas por empresas comerciais exportadoras, constituídas de acordo com o Código Civil, do mecanismo de drawback suspensão. Para encerrar o regime, nesses casos, será necessário apenas vincular ao ato concessório de drawback o documento fiscal enviado pela indústria para a empresa comercial exportadora, referente à remessa da mercadoria - assim como já ocorre nas operações com participação de trading companies registradas na forma do Decreto-Lei nº 1.248/1972. Dessa maneira, aplica-se o critério isonômico aos operadores de comércio exterior.
Outra alteração se refere à adequação do regramento a um dispositivo da Lei do Ambiente de Negócios (Lei nº 14.195/2021), que revogou a obrigatoriedade de transporte em navio de bandeira brasileira para o aproveitamento de benefícios referentes a tributos cobrados na importação. Portanto, a previsão de dispensa desse requisito para as compras externas amparadas pelos regimes de drawback suspensão e isenção não é mais necessária e foi eliminada com a portaria.
Fonte: &lt;a href=&quot;https://bit.ly/3RbJ5IL&quot;&gt;Ministério da Economia – ME&lt;/a&gt;
Data de publicação:25/08/2022&lt;/p&gt;
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    <title>Sancionada lei que autoriza uso de drawback suspensão para compra de serviços</title>
    <link href="https://www.centaurea.com.br/blog/sancionada-lei-que-autoriza-uso-de-drawback-suspensao-para-compra-de-servicos/" />
    <updated>2022-09-06T00:00:00Z</updated>
    <id>https://www.centaurea.com.br/blog/sancionada-lei-que-autoriza-uso-de-drawback-suspensao-para-compra-de-servicos/</id>
    <content type="html">&lt;p&gt;A partir de 2023, exportadores brasileiros poderão aproveitar a isenção tributária do regime para compra de serviços como transporte, seguro, manejo e armazenagem de cargas.
Foi sancionada nesta segunda-feira (5/9) a Lei nº 14.440, de 2 de setembro de 2022, que autoriza a inclusão de serviços no regime de drawback suspensão, entre outras disposições. A medida permite que os exportadores brasileiros adquiram serviços importados ou domésticos com suspensão do pagamento da contribuição para PIS/Pasep e da Cofins, desde que esses serviços sejam direta e exclusivamente vinculados à exportação ou à entrega, no exterior, de produto resultante da utilização do mecanismo de drawback.
O drawback suspensão é uma ferramenta de inserção internacional das empresas brasileiras que amparou a exportação de mais de US$ 61 bilhões em 2021 e, atualmente, abrange a desoneração tributária apenas na compra de mercadorias estrangeiras e nacionais destinadas à industrialização de produtos que serão exportados.
Com a nova legislação – que entrará em vigor em janeiro de 2023, para cumprir as regras fiscais do país –, os serviços relacionados à exportação de bens, como transporte, seguro, manejo e armazenagem de cargas, terão tratamento semelhante ao aplicado às mercadorias utilizadas na fabricação de itens vendidos ao exterior, gerando redução de encargos e maior competitividade para os exportadores locais.
&lt;strong&gt;Serviços na economia&lt;/strong&gt;
A iniciativa ganha relevância no contexto do crescente aproveitamento de serviços por outros setores da economia, sobretudo o industrial, por meio das cadeias globais e regionais de valor. Dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) apontam que os serviços representam 35,7% do valor adicionado às exportações brasileiras de bens manufaturados.
A legislação publicada agora também está em sintonia com estudo de benchmarking internacional que verificou a prática da inserção de serviços em regimes aduaneiros especiais de processamento para exportação. O trabalho, disponível na página da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), foi conduzido no âmbito de Acordo de Cooperação Técnica firmado entre o Ministério da Economia e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), tendo como escopo o G20 – grupo das 20 maiores economias do mundo.
Acesse a Análise da prática internacional relativa à inserção de serviços em regimes aduaneiros especiais de industrialização para exportação
Os resultados do estudo revelaram que dez membros do G20 permitem a aquisição de serviços desonerados de tributos por meio de regimes similares ao drawback brasileiro – África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, França, Itália, México, Reino Unido, Rússia e União Europeia.
Esses membros do G20 adotam estratégias de inclusão de serviços em regimes aduaneiros especiais para industrialização de bens voltados à exportação conjugadas com políticas tributárias internas de âmbito geral, mostrando que a medida sancionada pelo Poder Executivo do Brasil já vem sendo aplicada por diversos países para aumentar a neutralidade tributária e melhorar as condições de competição nas suas vendas externas.
&lt;strong&gt;Ajustes e regulamentação&lt;/strong&gt;
Para a operacionalização da nova legislação, o governo federal realizará ajustes em sistemas de controle informatizado e editará uma portaria regulamentando os critérios de concessão, fruição, acompanhamento e fiscalização do regime de drawback suspensão, considerando a possibilidade de utilização de serviços.
O custo fiscal estimado para o próximo ano, em razão do ato normativo sancionado pelo Poder Executivo, será de aproximadamente R$ 1,1 bilhão, conforme previsto no Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) encaminhado ao Congresso Nacional.
Fonte: &lt;a href=&quot;https://www.gov.br/economia/pt-br/assuntos/noticias/2022/setembro/sancionada-lei-que-autoriza-uso-do-regime-de-drawback-suspensao-para-compra-de-servicos&quot;&gt;Ministério da Economia&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
</content>
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    <title>O que é o Transporte Multimodal?</title>
    <link href="https://www.centaurea.com.br/blog/o-que-e-o-transporte-multimodal/" />
    <updated>2022-09-06T00:00:00Z</updated>
    <id>https://www.centaurea.com.br/blog/o-que-e-o-transporte-multimodal/</id>
    <content type="html">&lt;p&gt;O transporte multimodal é aquele no qual o escoamento de cargas ocorre por meio de mais de um modal. Ou seja, no fluxo de trânsito da mercadoria, ela passa por múltiplos tipos de transporte entre os 5 que fazem parte da matriz brasileira: aeroviário, dutoviário, aquaviário, ferroviário e rodoviário.
&lt;strong&gt;Tipos de modais&lt;/strong&gt;
O Brasil possui a quarta maior malha rodoviária do mundo. Estima-se que cerca de 75% do escoamento de cargas no Brasil utilizam esse meio. Enquanto os demais 25% estão divididos entre marítimo, aéreo, ferroviário, cabotagem/navegação costeira, hidroviário.
O uso amplo das vias rodoviárias, no entanto, vai além de suas extensões, afinal este meio é conhecido por ser menos burocrático, impor menos custos com frete e embalagens e possuir integrações acessíveis entre diversas regiões.
&lt;strong&gt;Ferroviário&lt;/strong&gt;
Como o nome sugere, este é o modelo em que as mercadorias são transportadas por meio das linhas férreas. A estimativa é que o escoamento de cargas pelas ferrovias represente 5,4% entre todos os modais. Ainda assim, o Ministério da Infraestrutura estima que o modal seja responsável por 25% da matriz de transportes nacional. O auge do crescimento e uso das ferrovias ocorreu no século 20, quando elas eram inclusive essenciais para o transporte de passageiros entre as principais cidades do país.
Hoje, o foco do uso da malha ferroviária está no transporte de grandes cargas e commodities, que não poderiam ser transportadas de forma econômica pelas ferrovias, como grãos, minerais e demais matérias-primas. Entretanto, nos últimos anos, a ferrovia vem observando boas oportunidades de atendimento de cargas containerizadas, de exportadores com volumes superiores a 10 feus, por embarque.
&lt;strong&gt;Aéreo&lt;/strong&gt;
Neste modal, utiliza-se aeronaves para fazer transporte das mercadorias, o que pode ocorrer por diversos modelos como o full cargo (quando ocorre o transporte apenas de cargas) e o combi (quando há o transporte de passageiros e cargas ao mesmo tempo).
O modal aéreo é composto, ainda, por outros tipos de veículos — além dos tradicionais aviões — como os helicópteros e os drones. Atualmente, o transporte aéreo corresponde a apenas 4% da matriz de transportes brasileira e 5,8% do escoamento de cargas. O uso limitado deste meio se dá principalmente pelos altos custos de frete e manutenção dos veículos aéreos. Além disso, há a falta de flexibilidade, visto que é preciso que a região de destino tenha um ponto de pouso para o tipo de aeronave utilizada.
O principal uso do modal aéreo atualmente é para o transporte de cargas limitadas, mas de alto valor — já que ele é visto como um tipo de transporte extremamente seguro. A agilidade deste modal também o faz ser ideal para itens perecíveis, como medicamentos, vacinas e alimentos.
&lt;strong&gt;Aquaviário&lt;/strong&gt;
O modal aquaviário é aquele onde as cargas são transportadas por veículos que se movimentam sobre a água. A malha aquaviária brasileira ainda se divide em três tipos diferentes: o marítimo (nos mares e oceanos), o fluvial (nos rios) e o lacustre (em lagos e lagoas). Além de ter o rio mais extenso do mundo, o Rio Amazonas, o Brasil é rico em água doce em geral, liderando o ranking mundial com 8.233 km³ de água própria.
O Ministério da Infraestrutura estima que o transporte aquaviário representa 14% da matriz nacional, o terceiro maior. Porém, utilizamos apenas cerca de 30% do potencial de sua malha aquaviária.
Hoje, cerca de 99% do peso de todas as cargas transportadas pela logística internacional é feito pelos mares. Isso ocorre, pois nenhum outro meio é capaz de combinar — para trânsito internacional — o baixo custo agregado, a capacidade de carga e a segurança oferecida pelas grandes embarcações.
No transporte interno, o principal perfil das cargas é o escoamento de commodities, como grão, minérios, petróleo e insumos agrícolas, entre outros.
&lt;strong&gt;Dutoviário&lt;/strong&gt;
O dutoviário é menos conhecido entre todos os modais de transportes. Nele, ocorre o transporte de cargas por meio de dutos, que podem ser aparentes, subterrâneos ou submarinos. Os tipos de dutos mais conhecidos e utilizados estão ligados ao tipo de carga que transportam, como os oleodutos, gasodutos e minerodutos.
Por conta das limitações de flexibilidade e alto custo de instalação, eles são mais utilizados para agilizar o transporte de commodities entre os ambientes de extrações, refinarias e terminais.
Tantas são as limitações de uso específico do modal dutoviário, que o Ministério da Infraestrutura estima que o modal representa somente 4% da matriz nacional. Apesar de ser muito ágil, impor baixo custo operacional e ser seguro quanto a roubos e acidentes, as desvantagens acabam pesando contra o investimento nele. Afinal envolve altos gastos de implantação, muita burocracia para obtenção de licenças e oferece graves riscos ao meio ambiente caso algum dia sofra um acidente.
&lt;strong&gt;Quais são os principais benefícios do Transporte Multimodal?&lt;/strong&gt;
Cada modal tem suas limitações e vantagens entre custo, capacidade, flexibilidade e segurança. Dependendo do ponto de partida ou destino da carga, ainda existem obstáculos geográficos para algumas delas. Por exemplo, apesar de mais barato e mais flexível, o rodoviário é considerado pouco seguro contra roubos de carga.
Dependendo da região, ainda, a condição das estradas podem aumentar a probabilidade de acidentes. O modelo multimodal permite que os profissionais de comércio exterior e logística atuem de forma mais estratégica, combinando os melhores elementos de cada meio. Dessa forma, eles podem evitar riscos de determinados trajetos, priorizar a eficiência energética (de combustíveis) e descobrir meios mais ágeis para operações complexas.
Objetivamente, os benefícios que o transporte multimodal oferece são:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Obter mais eficiência nos processos logísticos&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Redução de custos na transferência de cargas&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Mais praticidade e menos burocracia na transferência de carga entre veículos&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Otimização de tempo para trajetos complexos&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Auditabilidade — já que o transporte fica sob responsabilidade de um único operador. Existem muitas empresas devidamente capacitadas e informatizadas no meio logístico.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
</content>
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  <entry>
    <title>Qual tipo de Contêiner e embarque marítimo é melhor para minha carga?</title>
    <link href="https://www.centaurea.com.br/blog/qual-tipo-de-conteiner-e-embarque-maritimo-e-melhor-para-minha-carga/" />
    <updated>2022-09-08T00:00:00Z</updated>
    <id>https://www.centaurea.com.br/blog/qual-tipo-de-conteiner-e-embarque-maritimo-e-melhor-para-minha-carga/</id>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Qual tipo de Contêiner e embarque marítimo é melhor para minha carga? Qual a diferença entre LCL E FCL  e os contêineres?&lt;/strong&gt;
Não é novidade que o transporte marítimo de contêiner é o mais utilizado do mundo! Porém, cada uma das muitas formas desse modal possui suas próprias particularidades. E neste artigo, vamos mostrar algumas delas!
 
&lt;strong&gt;Tipos de embarque&lt;/strong&gt;
Quando falamos em frete de contêineres, duas opções costumam vir à nossa cabeça: o &lt;strong&gt;Full Container Load (FCL)&lt;/strong&gt; e o &lt;strong&gt;Less than Container Load (LCL)&lt;/strong&gt;. Essas diferenças causam muitas dúvidas e conhecer &lt;strong&gt;cada uma delas&lt;/strong&gt; é essencial para quem trabalha com Comércio Exterior. Para ajudá-lo, vamos explicar algumas delas.
&lt;img src=&quot;https://www.centaurea.com.br/wp-content/uploads/2022/09/01-300x150.png&quot; alt=&quot;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Full Container Load (FCL)&lt;/strong&gt;
Em tradução literal, Full Container Load significa “&lt;strong&gt;contêiner totalmente carregado&lt;/strong&gt;” e, como o próprio nome já sugere, essa modalidade entrega uma certa exclusividade. Isso acontece porque você, importador/exportador, &lt;strong&gt;freta o contêiner para seu uso exclusivo&lt;/strong&gt;, podendo usar como quiser todo o espaço disponível dentro dele. É a modalidade ideal para quando suas &lt;strong&gt;mercadorias são suficientes para acomodar um (ou mais) contêineres&lt;/strong&gt;. Por se tratar do contêiner inteiro, em geral, tende a ser a opção mais cara em termos de valores absolutos. Porém geralmente é a mais competitiva quando dividimos o total de carga embarcada pelos custos.
&lt;strong&gt;Less than Container Load (LCL)&lt;/strong&gt;
O modelo Less than Container Load (LCL), que significa “menos do que uma carga de contêiner” em tradução literal, é utilizado quando uma carga não é grande o suficiente para contratar o frete do contêiner inteiro. Quem vende esse serviço são os Agentes de Carga NVOCC, que negociam e compram o frete com a companhia de navegação por container &#92; atacado (Armador) e depois revendem espaços no contêiner para o mercado, em lotes de cargas, por tonelada ou metro cubico, no varejo; Assim, um mesmo contêiner será utilizado por diversos importadores e poderá acomodar muitos embarques LCL, o que diminui o custo do frete marítimo para quem o contratou.
&lt;strong&gt;Qual escolher?&lt;/strong&gt;
&lt;img src=&quot;https://www.centaurea.com.br/wp-content/uploads/2022/09/02-300x150.jpg&quot; alt=&quot;&quot;&gt;
Antes de escolher qual das duas modalidades utilizar, é essencial &lt;strong&gt;utilizar sempre o método de planejamento da logística internacional dos três pilares e o fator limitante: a natureza da carga entra como fator limitante&lt;/strong&gt;, pois ela limita as opções que você de fato pode utilizar.
E os três pilares:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Lead time total previsto****x Data&lt;/strong&gt; em que o produto precisa ser entregue no destino final.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;**Custo total das opções (TCO)**&lt;strong&gt;x Orçamento total&lt;/strong&gt; para a operação.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Risco de atraso das opções****x Custo extra&lt;/strong&gt; no caso da carga não ser entregue na data.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Ou seja, a escolha deve ser naturalmente &lt;strong&gt;baseada nas necessidades de cada operação, não há uma receita de bolo pronta.&lt;/strong&gt;
Em resumo, o FCL apresenta melhor custo/benefício para importadores/exportadores com &lt;strong&gt;maior volume de carga&lt;/strong&gt;, enquanto o LCL tende a ser vantajoso para quem cuja mercadoria ocupe um &lt;strong&gt;volume menor&lt;/strong&gt;.
Porém... ainda depende!
Se o importador e/ou exportador precisa que a carga seja despachada rapidamente, o &lt;strong&gt;FCL apresenta mais agilidade na disposição da carga&lt;/strong&gt;, enquanto o tempo de operação do LCL é maior. Essa diferença de tempo ocorre porque é necessário que todas as cargas acomodadas dentro do contêiner sejam despachadas no LCL, para só depois serem liberadas.
Ou seja, uma &lt;strong&gt;complicação em uma delas&lt;/strong&gt; pode &lt;strong&gt;comprometer a liberação de todas&lt;/strong&gt;.
Além desses pontos, em cargas mais frágeis ou de grande valor agregado, o FCL também pode ser a melhor escolha por entregar &lt;strong&gt;maior segurança durante o transporte&lt;/strong&gt;. Por outro lado, a carga LCL normalmente exige um &lt;strong&gt;manuseio adicional&lt;/strong&gt; para que todas as cargas sejam depositadas ou retiradas do contêiner, o que &lt;strong&gt;aumenta o risco de extravios e avarias&lt;/strong&gt;.
Entretanto, existem situações em que o LCL pode ser a melhor opção e solução, ainda que para volumes maiores de carga, como por exemplo, num momento em que há excesso de demanda de espaço, dificuldade de conseguir FCL, e consequente alta no custo do transporte do FCL. Nesta situação, os Agentes de Carga – NVOCC, que usualmente tem reserva fixa de contêineres para atender as demandas de cliente primariamente em embarques LCL, poderão oferecer o espaço para embarque da carga solta – LCL, antes da disponibilidade de espaço e de contêineres - FCL para um embarque exclusivo. Certamente, como tudo na logística, há de se avaliar a lógica da movimentação, ou seja, custo x necessidade da carga x opções disponíveis.
&lt;img src=&quot;https://www.centaurea.com.br/wp-content/uploads/2022/09/03-300x200.jpg&quot; alt=&quot;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;O que é um contêiner?&lt;/strong&gt;
O transporte marítimo de contêiner, como vimos, é o &lt;strong&gt;mais utilizado pelo mundo afora&lt;/strong&gt; e não é para menos. Ele foi adaptado e &lt;strong&gt;contém dispositivos de segurança&lt;/strong&gt; que promovem um transporte de cargas com menor risco. Isso porque, nos primórdios do transporte marítimo, os comerciantes encontravam sérios problemas ao utilizar tonéis e barris acontecia de um tudo: &lt;strong&gt;quebras, deterioração de mercadorias e até perda total&lt;/strong&gt;. Assim, com o surgimento do contêiner observou-se a possibilidade de &lt;strong&gt;reduzir esses problemas e facilitar a movimentação&lt;/strong&gt; das cargas.
Os contêiners marítimos são padronizados e homologados pela ISO (International Organization for Standardization). São certificados também pela CSC (Covention for Safety Container).
Os contêineres em geral seguem o padrão da IICL - The Institute of International Container Lessors, no que se refere à manutenção e qualidade dos reparos.
&lt;strong&gt;Tipos de contêineres&lt;/strong&gt;
Por mais que sejam parecidos, os &lt;strong&gt;contêineres não são padronizados&lt;/strong&gt;. Eles possuem características únicas para transportar certos tipos de cargas da melhor maneira possível.
Essas características envolvem &lt;strong&gt;tamanho externo ou interno&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;altura da porta&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;abertura&lt;/strong&gt; para cargas maiores. Ah, e tem contêiner que é capaz, inclusive, de &lt;strong&gt;controlar a temperatura&lt;/strong&gt;.
Vamos entender melhor logo abaixo! Mas antes de qualquer coisa, importante registrar que os tamanhos abordados aqui serão os mais comuns, certo? Contêineres de variados tamanhos podem ser vistos no transporte marítimo, mas trataremos aqui dos &lt;strong&gt;mais conhecidos, de 20 e 40 pés&lt;/strong&gt;.
&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Dry&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;ou &lt;em&gt;Standard&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Também conhecido como padrão, este modelo é, de longe, o &lt;strong&gt;queridinho do transporte marítimo&lt;/strong&gt;, utilizado em geral para transportar cargas secas. Ele possui uma &lt;strong&gt;abertura frontal com corte na porta&lt;/strong&gt; e os mais comuns, como já vimos, são os de 20 e 40 pés.
&lt;img src=&quot;https://www.centaurea.com.br/wp-content/uploads/2022/09/04-300x183.png&quot; alt=&quot;&quot;&gt;
 
As dimensões internas do contêiner de 20 pés são, em média, de &lt;strong&gt;5,9m&lt;/strong&gt; (comprimento), &lt;strong&gt;2,34m&lt;/strong&gt; (largura) e &lt;strong&gt;2,39m&lt;/strong&gt; (altura). A sua capacidade de carga é cerca de &lt;strong&gt;22 toneladas&lt;/strong&gt;.  O contêiner de 40 pés, com capacidade para &lt;strong&gt;27 toneladas&lt;/strong&gt;, possui dimensões internas médias de &lt;strong&gt;12,04m&lt;/strong&gt; (comprimento), &lt;strong&gt;2,34m&lt;/strong&gt; (largura) e &lt;strong&gt;2,39m&lt;/strong&gt; (altura). Aqui neste formato de contêiner é importante deixar registrado o &lt;strong&gt;tamanho da porta&lt;/strong&gt;: geralmente a altura da porta é de 2,26m, ou seja, 13cm a menos que a altura interna do contêiner. Esse ponto deve ser levado em consideração porque não &lt;strong&gt;adianta a carga caber dentro do contêiner&lt;/strong&gt;se ela for maior que a porta e não puder passar por ela!
&lt;em&gt;&lt;strong&gt;High Cube&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;Este modelo, relativamente comum, é um &lt;strong&gt;pouco mais alto&lt;/strong&gt; que o padrão, de modo que ele é escolhido para &lt;strong&gt;cargas maiores&lt;/strong&gt;, que não caberiam no &lt;em&gt;Dry&lt;/em&gt;. Nos quesitos comprimento e largura, é semelhante ao &lt;em&gt;Dry&lt;/em&gt;, mas compare a diferença de altura na figura abaixo.
&lt;img src=&quot;https://www.centaurea.com.br/wp-content/uploads/2022/09/05-300x131.png&quot; alt=&quot;&quot;&gt;
A altura deste modelo é de 2,69m, ou seja, &lt;strong&gt;30cm maior que o amigo &lt;em&gt;Dry&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, no entanto, sua capacidade é de apenas &lt;strong&gt;26,3 toneladas&lt;/strong&gt;, o que faz com que ele seja indicado quando a carga, apesar de grande e volumosa, não seja tão pesada. Novamente, é necessário ter cuidado com a altura da porta, que é cerca de 10cm menor que a altura interna.
&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Open Top&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;
Este modelo de contêiner possui um &lt;strong&gt;teto de lona&lt;/strong&gt;(não de ferro como os outros) que pode ser removido para &lt;strong&gt;comportar cargas mais altas&lt;/strong&gt;.
&lt;img src=&quot;https://www.centaurea.com.br/wp-content/uploads/2022/09/06-300x179.jpg&quot; alt=&quot;&quot;&gt;
A título de curiosidade, quando a carga apresenta excesso de altura, como na imagem acima, o frete é conhecido como &lt;strong&gt;Out Of Gauge&lt;/strong&gt;(OOG) e com certeza é mais caro! Se ela não exceder a altura do contêiner e este puder ser tapado, como na foto abaixo, o frete é conhecido como &lt;strong&gt;In Gauge&lt;/strong&gt; (IG).
&lt;img src=&quot;https://www.centaurea.com.br/wp-content/uploads/2022/09/07-300x225.jpg&quot; alt=&quot;&quot;&gt;
Em razão da opção de &lt;strong&gt;remover a lona&lt;/strong&gt; e poder utilizar guindastes para que o carregamento aconteça por cima, este tipo de contêiner pode ser utilizado com &lt;strong&gt;cargas difíceis de serem alocadas pela porta frontal&lt;/strong&gt;. Suas dimensões e capacidade de carga são semelhantes àquelas apresentadas pelo &lt;em&gt;Dry&lt;/em&gt;.
&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Flatrack&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;e Plataforma&lt;/strong&gt;O primeiro deles nada mais é que uma plataforma com suspensão nas partes frontal e traseira que, apesar de ter dimensões parecidas com o &lt;em&gt;Dry&lt;/em&gt;, possui maior capacidade de volume. O Flatrack de 20 pés pode transportar até &lt;strong&gt;30 toneladas&lt;/strong&gt;e o de 40 pés chega a &lt;strong&gt;40 toneladas&lt;/strong&gt;, o que os tornam ideais para &lt;strong&gt;cargas pesadas&lt;/strong&gt;. Assim como o Open Top, sua carga pode ser In Gauge ou Out Of Gauge (frete maior).
&lt;img src=&quot;https://www.centaurea.com.br/wp-content/uploads/2022/09/09-300x225.jpg&quot; alt=&quot;&quot;&gt;
Por outro lado, o contêiner Plataforma, como o nome mesmo sugere, é somente uma &lt;strong&gt;plataforma sem quaisquer suspensões&lt;/strong&gt;, como pode ser visto abaixo, e sua capacidade varia pouco em comparação ao Flat Rack.
&lt;img src=&quot;https://www.centaurea.com.br/wp-content/uploads/2022/09/10-300x88.png&quot; alt=&quot;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Reefer&lt;/strong&gt;Este modelo de contêiner é literalmente uma &lt;strong&gt;geladeira ambulante&lt;/strong&gt;, perfeito para &lt;strong&gt;cargas que necessitam de controle de temperatura&lt;/strong&gt;.
&lt;img src=&quot;https://www.centaurea.com.br/wp-content/uploads/2022/09/11-300x225.jpg&quot; alt=&quot;&quot;&gt;
Quando se fala de controle de temperatura não precisa necessariamente ser congelada, mas uma carga que deva ficar, por exemplo, entre 10ºC e 14ºC e &lt;strong&gt;que não possa estar refém das variações&lt;/strong&gt;que normalmente acontecem durante o trajeto pelos oceanos.
Por ser uma geladeira, ele tem um plug para mantê-la funcionando, certo? Aí é que fica interessante: ele pode então ser desligado, e para que não volte vazio para o seu local de origem, poderá ser usado para transporte de &lt;strong&gt;cargas que não necessitem de controle térmico&lt;/strong&gt;. É o que chamamos de &lt;strong&gt;NOR&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;non-operating reefer&lt;/em&gt;) e pode ser uma boa opção para não perder viagem. Porém, é preciso considerar que em razão das paredes de isolamento, seu &lt;strong&gt;espaço interno (volume) é menor&lt;/strong&gt; e, na hipótese de danos, eventuais &lt;strong&gt;reparos necessários são mais caros e correrão por conta do importador/exportador&lt;/strong&gt;. Importante também saber que cargas que possam contaminar os containeres reefers – em condição NOR, como as que se apresentam com odores ou substâncias tóxicas ou contaminantes não podem ser embarcadas. Deve-se observar ainda que o demurrage e free time do modelo NOR é muitíssimo superior ao dos Dry, fator também limitante para sua utilização, especialmente em casos de produtos com risco de demora na liberação aduaneira.
&lt;strong&gt;Então ...&lt;/strong&gt;
Além do tipo de container, não se pode deixar de observar a variável do tipo da carga, suas dimensões, peso vs as leis de rodagem de cada país para aonde a carga vai ser enviada (Road Limitation), plano de carga (Unitização), capacidade do importador de receber o container e descarrega-lo e todos os fatores que influenciam na definição final do tipo ideal de equipamento e/ou embarque.
Antes de terminarmos, é importante reforçar que existem &lt;strong&gt;outros tipos de contêiner,&lt;/strong&gt; afinal, cargas mais específicas exigem contêineres mais específicos também, mas depois dessa leitura você já sabe quais são os mais comuns utilizados. Apesar de parecerem informações básicas, &lt;strong&gt;precisamos dominá-las para sempre executar um bom planejamento da logística internacional!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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    <title>QUAIS SÃO OS IMPOSTOS DE IMPORTAÇÃO?</title>
    <link href="https://www.centaurea.com.br/blog/quais-sao-os-impostos-de-importacao/" />
    <updated>2022-09-08T00:00:00Z</updated>
    <id>https://www.centaurea.com.br/blog/quais-sao-os-impostos-de-importacao/</id>
    <content type="html">&lt;p&gt;Se você ainda não conhece os impostos de importação, não se preocupe. Abaixo, nós explicamos todos eles:
&lt;strong&gt;Imposto de importação&lt;/strong&gt;
Também conhecido pela sigla II, o Imposto de Importação tem como função regular o comércio internacional.
A porcentagem que será cobrada do importador varia conforme o tipo de produto. Essa variação segue a Tarifa Externa Comum (TEC), presente na Nomenclatura do Mercosul (NCM).
Vale atentar para o fato de que alguns produtos possuem isenção do imposto: livros, alguns medicamentos, jornais, por exemplo.
&lt;strong&gt;ICMS&lt;/strong&gt;
Esse é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços Trata-se de um imposto estadual que incide sobre os bens importados, por isso, o valor da alíquota se diferencia conforme o estado. Em geral, as alíquotas chegam a até 25%, dependendo da mercadoria.
&lt;strong&gt;IPI&lt;/strong&gt;
O Imposto sobre Produtos Industrializados, como o próprio nome diz, incide sobre mercadorias industrializadas que chegam de outros países. Ele é gerado a partir do momento do desembaraço aduaneiro dos produtos no Brasil. Sua base de cálculo consiste do valor aduaneiro do item acrescido do montante do Imposto de Importação. A alíquota, por sua vez, varia conforme a mercadoria, podendo atingir os 20%.
&lt;strong&gt;PIS/PASEP-Importação&lt;/strong&gt;
Os impostos Programa de Integração Social (PIS) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP) também incidem sobre a importação. Aqui estamos falando de impostos que são revertidos em financiamento de programas sociais do governo brasileiro.
Apesar de haver exceções previstas na legislação, as alíquotas desses impostos correspondem a 1,65%. A base de cálculo do PIS/PASEP-Importação é o valor aduaneiro mais o ICMS e o valor das contribuições em si.
&lt;strong&gt;COFINS-Importação&lt;/strong&gt;
COFINS é a sigla para Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social. Assim como o PIS/PASEP, esse imposto tem como objetivo subsidiar programas sociais, como saúde pública e previdência social, por exemplo. A alíquota da COFINS-Importação equivale a 7,6%, e a base do cálculo é a mesma utilizada para o PIS/PASEP.
&lt;strong&gt;COMO CALCULAR OS IMPOSTOS DE IMPORTAÇÃO&lt;/strong&gt;
A primeira coisa que você precisa ter em mente é que o cálculo dos impostos de importação é absolutamente necessário para fazer um planejamento financeiro. Além do valor das próprias mercadorias importadas e do frete, é preciso arcar com os custos dos encargos tributários previstos na legislação. Mas como, então, calcular os impostos de importação?
A base de cálculo representa o valor aduaneiro da importação que você irá realizar.
Segundo a &lt;a href=&quot;https://www4.receita.fazenda.gov.br/simulador/glossario.html&quot;&gt;Receita Federal&lt;/a&gt;, “o preço efetivamente pago compreende todos os pagamentos efetuados ou a efetuar como condição da venda das mercadorias e não necessariamente feitos em dinheiro”. Ou seja, o valor aduaneiro compreende todos os gastos relativos à operação de importação das mercadorias, em não apenas os custos dos itens em si.
Frete, seguro internacional e armazenagem no porto fazem parte do valor aduaneiro.
Para fazer o cálculo dos impostos de importação, é preciso ter pleno conhecimento da legislação brasileira e da NCM. Só assim é possível fazer os cálculos corretamente, de acordo com o tipo de produto importado e o regime tributário que é aplicado a ele. Vale lembrar que a Receita Federal disponibiliza um simulador das importações. A ferramenta possibilita obter informação sobre o tratamento tributário e administrativo relativo a uma importação específica. Para realizar a classificação, é necessário ter em mãos o código NCM da mercadoria, o valor aduaneiro estimado e a moeda correspondente ao valor aduaneiro informado.&lt;/p&gt;
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    <title>Como a queda do dólar impacta o agronegócio?</title>
    <link href="https://www.centaurea.com.br/blog/como-a-queda-do-dolar-impacta-o-agronegocio/" />
    <updated>2022-09-19T00:00:00Z</updated>
    <id>https://www.centaurea.com.br/blog/como-a-queda-do-dolar-impacta-o-agronegocio/</id>
    <content type="html">&lt;p&gt;O produtor brasileiro está em estado de atenção diante do efeito da queda do dólar nas exportações e nos custos de produção
Desde 2021, o dólar vem se desvalorizando. Nos três primeiros meses de 2022, a moeda norte-americana alcançou R$ 4,70. Como as negociações de commodities, a comercialização de insumos agrícolas e a exportação são realizadas em dólar, a recente desvalorização da moeda impacta diretamente o produtor rural, mas não necessariamente de forma positiva.
&lt;strong&gt;Por que o dólar caiu?&lt;/strong&gt;
Nos quatro primeiros meses de 2022, a moeda desvalorizou 14%, e a previsão é que alcance R$ 4,50, de acordo com estimativas do banco Itaú. A entrada de capital estrangeiro no Brasil, em virtude da instabilidade gerada pelo conflito entre Rússia e Ucrânia, e os elevados índices de inflação registrados em diversos países são alguns dos fatores envolvidos nessa queda. Outra importante questão é o aumento da taxa de juros brasileira, com a taxa do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) a 11,75% — uma taxa elevada atrai capital estrangeiro, mas também encarece o crédito rural para o produtor.
&lt;strong&gt;Real valorizado não reflete muitos benefícios&lt;/strong&gt;
A alta no preço das commodities está anulando os possíveis benefícios da valorização da moeda brasileira e se reflete no preço de combustíveis e alimentos. O valor elevado desses produtos no mercado externo não consegue se equiparar à subida da inflação, fazendo que os preços se mantenham altos nesse período.
Por outro lado, o produtor que exporta grãos pode perder a margem de lucro com a queda do dólar. O grão passa a ser comercializado por um valor que pode não compensar os custos de produção, já que boa parte dos insumos foi comprada quando o dólar estava alto. Isso faz que o produtor tenha diminuída a capacidade de concorrência no mercado internacional.
&lt;strong&gt;Queda do dólar influencia agronegócio&lt;/strong&gt;
As commodities são negociadas em dólar; por isso, quando ocorre forte variação da moeda, o preço de soja, trigo, milho e outros produtos recebe esse efeito simultaneamente. A oscilação da moeda deixa os produtores apreensivos, pois as alterações no valor do dólar refletem tanto nos custos (compra de insumos agrícolas) como na receita da produção a partir das exportações convertidas em real.
Com o dólar em queda, o preço da soja e de outros produtos, como trigo, café e milho, tem os valores desajustados, o que acaba influenciando nas margens de lucros, já que o produtor comprou os insumos com o dólar em alta. Nesses momentos, ter um bom planejamento faz toda a diferença para não ter perdas elevadas.
Os produtores vêm colhendo resultados pouco satisfatórios desde a quebra de produção da safra 2021/2022. A possível escassez de insumos também se apresenta como um problema a ser enfrentado, provocando forte pressão no mercado agrícola brasileiro. Segundo a Associação Brasileira de Produtores de Soja (Aprosoja), os defensivos sofreram reajuste de 300%. E ainda existe o risco climático, com possíveis períodos de déficit hídrico ou excesso de chuvas na próxima safra.
Fonte: Fonte: Cepea/Esalq, Agência Brasil, Extraclasse, Aprosoja&lt;/p&gt;
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    <title>Da sua produção para o MUNDO: Centaurea no AGRONEGÓCIO!</title>
    <link href="https://www.centaurea.com.br/blog/da-sua-producao-para-o-mundo-centaurea-no-agronegocio/" />
    <updated>2022-09-26T00:00:00Z</updated>
    <id>https://www.centaurea.com.br/blog/da-sua-producao-para-o-mundo-centaurea-no-agronegocio/</id>
    <content type="html">&lt;p&gt;Pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, realizadas com base em dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia), mostram que, de janeiro a junho de 2022, o volume exportado pelo agronegócio nacional recuou 1% frente ao mesmo período do ano anterior, mas os preços em dólar subiram 28%. Diante disso, o faturamento somou US$ 79 bilhões no primeiro semestre, sendo 26% acima do registrado no mesmo período de 2021 e um recorde.
 
Mesmo diante de faturamento em dólar recorde, em moeda nacional, a receita real não apresentou o mesmo desempenho, devido ao processo inflacionário observado no Brasil ao longo do primeiro semestre de 2022. A alta do preço real em Reais no primeiro semestre de 2022 frente ao mesmo período de 2021 se limitou a aproximadamente 6%.
 
Quanto aos produtos exportados pelo agronegócio nacional de janeiro a junho deste ano, os do complexo da soja continuam liderando o desempenho do setor. A soja em grão e seus derivados representaram quase 48% do faturamento externo do agronegócio no primeiro semestre de 2022, seguidos por carnes, produtos florestais, café e os do complexo sucroalcooleiro. Do lado comprador, o destaque foi a China, como esperado (representando 35% do faturamento externo do agronegócio), seguida pela União Europeia e pelos Estados Unidos (com 16% e 6,5%, respectivamente).
 
**DIVISAS –**Nos primeiros seis meses de 2022, a participação do agronegócio no saldo comercial do País foi de 48%, superando a participação obtida no mesmo período de 2021. Com esse resultado, a balança comercial do setor (exportações menos importações de produtos agrícolas) ficou positiva, em mais de US$ 70 bilhões, compensando o déficit comercial dos outros setores da economia brasileira e contribuindo para um superávit comercial de mais de US$ 30 bilhões.
 
**PERSPECTIVAS –**As atenções neste segundo semestre estão voltadas ao andamento da safra no Hemisfério Norte. A colheita nos Estados Unidos e a evolução dos embarques dos grãos ucranianos terão papel crucial na contenção da escalada dos preços dos alimentos – que, ressalta-se, já tem mostrado certa desaceleração.
 
Assim, se o primeiro semestre de 2022 foi marcado pelas inflações de energia e de alimentos no mundo, devido à guerra na Ucrânia e seus desdobramentos, para o segundo semestre, o combate à inflação, que se dará pela continuidade da alta dos juros nos Estados Unidos e na Europa, tem elevado o temor de uma recessão na economia mundial nos próximos meses, o que pode auxiliar a conter a alta dos preços externos de commodities. Isso porque o resultado dessas políticas pode ser uma menor pressão da demanda e crescimento na oferta, retirando espaço para altas intensas nos preços dos alimentos, e, claro, caso não haja perdas significativas na oferta global, por conta de eventos climáticos adversos.
 
&lt;em&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;https://bit.ly/3Dj1HTz&quot;&gt;https://bit.ly/3Dj1HTz&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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    <title>Perspectivas para a logística e o agronegócio</title>
    <link href="https://www.centaurea.com.br/blog/perspectivas-para-a-logistica-e-o-agronegocio/" />
    <updated>2022-11-03T00:00:00Z</updated>
    <id>https://www.centaurea.com.br/blog/perspectivas-para-a-logistica-e-o-agronegocio/</id>
    <content type="html">&lt;p&gt;Com a adoção das novas tecnologias e com a implantação de processos mais rápidos e eficientes, as perspectivas para a parceria entre a logística e o agronegócio são as melhores possíveis e um dos pontos de destaque, é a sustentabilidade. Já não é mais possível pensar no crescimento do agronegócio sem, ao mesmo tempo, cuidar da saúde do meio ambiente.
Buscar um crescimento sustentável e equilibrado é uma urgência da qual não podemos mais fugir. Esse quesito, aliás, não deve ser perseguido apenas pela empresa produtora, mas também por seus parceiros de atuação.
Ainda pensando no futuro da logística no agronegócio, ressaltamos que ainda existem muitos desafios a serem superados, apesar do grande avanço que tivemos. Veja alguns pontos de melhoria:
• Integração entre modais utilizados;
• Condições da malha viária;
• Problemas de armazenagem, incluindo a localização dos centros de distribuição;
• Produção com custo elevado envolvendo a aquisição de equipamentos, insumos, fertilizantes, sementes, etc;
• Vias de escoamento com longos percursos, exigindo um transporte mais rápido e, ao mesmo tempo, seguro para as mercadorias;
• Desperdício de materiais ainda em número elevado, o que também precisa ser revisto para aumentar o lucro do produtor.
E o que fazer para superar esses desafios? De uma maneira geral, a solução para esses obstáculos depende da atuação abrangente de todos os setores envolvidos, como o poder público, a empresa responsável pela produção, seus parceiros e investidores.
Reestruturar as estradas para possibilitar o transporte das mercadorias em todas as suas etapas, facilitar o acesso ao crédito, investir em tecnologia e pensar em estratégias sustentáveis de produção são medidas que, se implementadas, trarão resultados ainda melhores para o agronegócio e para a economia no geral.
A Centaurea tem na sua essência o zelo com o meio-ambiente. Fomentações ações como a reutilização de contêiners, reciclagem de materiais, a não utilização de copos descartáveis, canudos e tantas outras medidas que dentro de uma cadeia logística como a nossa, pode fazer uma boa diferença. Nós acreditamos na economia colaborativa, sabemos que juntos somos todos melhores e mais fortes dentro de uma sociedade mais justa e equilibrada.&lt;/p&gt;
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